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Investigação sobre suposto estupro na Praia da Graciosa segue sem conclusão após dois meses

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Mais de dois meses após o registro de um suposto estupro em frente à base da Guarda Metropolitana na Praia da Graciosa, em Palmas, o inquérito policial ainda não foi concluído. O caso, ocorrido em 15 de fevereiro de 2026, é investigado pela Polícia Civil como estupro de vulnerável.

Segundo as investigações, a vítima apresentava sinais de embriaguez quando foi abordada pelo suspeito. Imagens divulgadas nas redes sociais mostram o momento em que a mulher tenta se afastar do homem, enquanto a situação ocorre próxima a uma viatura e à base da Guarda.

O suspeito se apresentou à delegacia no dia seguinte e responde em liberdade. A identidade dos envolvidos não foi divulgada. O caso tramita em segredo de justiça e está sob responsabilidade da 1ª Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) de Palmas. Após a conclusão, o inquérito será encaminhado ao Ministério Público e ao Judiciário.

Paralelamente, a Prefeitura de Palmas abriu procedimentos administrativos para apurar a conduta de guardas metropolitanos. Três agentes foram afastados inicialmente; um já retornou ao trabalho após sindicância. Uma nova investigação disciplinar foi instaurada para apurar possíveis irregularidades de outros dois servidores, com prazo de até 30 dias, podendo ser prorrogado.

O sindicato da categoria informou que acompanha o caso e destacou que um dos agentes já teve a ausência de envolvimento comprovada, enquanto a apuração sobre os demais continua.

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