Policial
Polícia Civil prende dois investigados por série de roubos de cargas durante operação nacional no Tocantins
Mandado de prisão preventiva foi cumprida em Araguaína durante 2ª Operação Nacional RedeCarga; investigação aponta que motoristas eram sequestrados e mantidos em cárcere privado durante os assaltos
Rozeane Feitosa/Governo do Tocantins
A Polícia Civil do Tocantins prendeu, nesta terça-feira, 28, dois homens investigados por participação em uma série de roubos de cargas de bebidas, registrado no norte do Tocantins. As prisões preventivas foram cumpridas por equipes da 2ª Divisão de Repressão a Roubos (2ª DRR), em Araguaína, durante a 2ª Operação Nacional RedeCarga, iniciativa coordenada para o combate aos crimes de roubo e furto de cargas em todo o país.
Os presos são A.A.C., de 29 anos, localizado no setor Nova Araguaína, e R.D.F.C., de 35 anos, capturado no setor Jardim Esplanada, ambos em Araguaína.
As investigações apontam que a dupla integra um grupo criminoso responsável por pelo menos cinco roubos de cargas de bebidas ocorridos entre 2025 e 2026, na BR-153, nas proximidades do município de Wanderlândia. Ainda conforme a apuração, o grupo utilizava um modus operandi considerado violento. Os motoristas eram abordados sob ameaça de arma de fogo, sequestrados e mantidos em cárcere privado por várias horas enquanto a carga era descarregada e roubada pelos criminosos.
De acordo com as apurações, os investigados já haviam sido indiciados e as prisões preventivas foram decretadas pela Justiça a pedido da 2ª DRR, unidade especializada vinculada à Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACCO).

Operação Nacional RedeCarga
A Operação Nacional RedeCarga reúne forças de segurança de diferentes unidades da federação para intensificar o combate às organizações criminosas envolvidas em roubos e furtos de cargas, além de fortalecer a integração entre as polícias civis do país.
Sugestão de legendas:
Investigados foram presos nesta terça-feira, 28, no norte do Tocantins
Vítimas eram abordadas, sequestradas e mantidas em cárcere privado