Cidades
Polícia Civil apreende arma de fogo utilizada em crime de maus tratos a animal

A Polícia Civil do Tocantins por meio da 50ª Delegacia de Pedro Afonso, com apoio da 51ª Delegacia de Itacajá, deflagrou uma operação policial, a qual resultou na apreensão de uma espingarda, calibre 22, que teria sido utilizada para matar uma cadela, naquele município. .
Conforme explicou o delegado José Antônio da Silva Gomes, responsável pelo caso, a ação tinha como alvo dar cumprimento a um mandado de busca e apreensão em uma residência de um homem de 28 anos, o qual é investigado por matar a cadela de seu vizinho, fato ocorrido na última semana. “As investigações em torno do caso foram iniciadas depois que chegou ao conhecimento da equipe da 50ª Delegacia de Pedro Afonso, um vídeo, onde o dono do animal mostra os rastros de sangue da cadela, que foi morta em sua própria casa e arrastada para o quintal da propriedade rural”, disse o delegado.
Após trabalho investigativo e diligências realizadas, os policiais civis identificaram o suspeito, ocasião em que a autoridade policial representou pelo mandado de busca e apreensão em sua residência a fim de localizar a arma utilizada para matar o animal.
Com o deferimento do mandado, os policiais foram até a propriedade rural e após buscas no interior do imóvel do suspeito, localizaram e apreenderam a arma de fogo calibre 22 com três caixas de munição, todas intactas do mesmo calibre. “O investigado detinha a posse regular da arma de fogo, no entanto, devido a mesma estar vinculada ao disparo de arma de fogo em via pública causador da morte do animal, a arma foi apreendida para análise pericial”, frisou o delegado.
O delegado José Antônio informa que as investigações estão em fase final, e a Polícia Civil aguarda os exames periciais para conclusão do inquérito policial que, uma vez finalizado, será encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para a adoção das medidas legais cabíveis.
A autoridade policial ressalta ainda que praticar maus tratos contra animais domésticos, sobretudo, cães e gatos, configura crime grave punido com pena de prisão que pode chegar até cinco anos e multa. “A conduta do suspeito está sendo investigada a fim de que a Polícia Civil consiga reunir elementos suficientes que sirvam de base para que o Poder Judiciário e o Ministério Público possam embasar a ação penal e responsabilizar o agressor nos termos da lei”, disse.
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