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Agro

FAET e Sindicato Rural Cobram Soluções Urgentes Após Interdição de Ponte no Tocantins

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A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (FAET) e o Sindicato Rural de Pedro Afonso manifestaram preocupação com os impactos causados pela interdição total da ponte sobre o Rio Tocantins, na BR-235, entre Pedro Afonso e Tupirama.

A medida foi adotada pelo DNIT após uma vistoria técnica identificar problemas estruturais que exigem avaliação aprofundada das equipes de engenharia. A interdição ocorre em um período considerado estratégico para o agronegócio tocantinense, justamente durante a colheita da safra.

Segundo as entidades, mais de 100 carretas utilizam diariamente a ponte para o transporte de grãos, insumos e mercadorias. Com o bloqueio, produtores rurais e transportadores já enfrentam atrasos, aumento nos custos logísticos e prejuízos no escoamento da produção.

A presidente do Sindicato Rural de Pedro Afonso, Simone Sandri, afirmou que os impactos já atingem produtores, comerciantes, trabalhadores e moradores da região. O desvio implantado aumenta significativamente as distâncias percorridas e compromete o abastecimento e a mobilidade local.

Além dos prejuízos econômicos, a interdição também afeta diretamente famílias, estudantes e pacientes que precisam atravessar a região para acessar serviços essenciais, incluindo atendimento médico.

A FAET informou que acionou a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil para acompanhar a situação e buscar, junto ao Governo Federal, medidas emergenciais que reduzam os impactos causados pela interdição.

As entidades cobram do DNIT e do Governo Federal uma solução rápida, incluindo medidas emergenciais e um plano efetivo para recuperação da travessia, garantindo segurança e a retomada do fluxo normal entre os municípios.

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