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Limpeza com água ganha espaço e desafia o uso tradicional do papel higiênico
O uso de sistemas de higiene com água, como bidês e assentos com jato, vem crescendo e colocando em xeque o papel higiênico como principal método de limpeza. Segundo o The West Side Journal, especialistas apontam que o papel não remove completamente os resíduos, podendo espalhar bactérias e causar irritações na pele.
A limpeza com água é considerada mais eficiente e suave, sendo especialmente indicada para pessoas com hemorroidas, fissuras ou em recuperação de cirurgias. Além disso, reduz o atrito na pele e pode evitar microlesões, oferecendo mais conforto e higiene.
Outro destaque é o impacto ambiental: a produção de papel higiênico exige grande quantidade de árvores, água e produtos químicos, além de gerar emissões no transporte. Já os sistemas com água têm maior durabilidade e menor impacto ao longo do tempo.
Popularizados no Japão com os chamados “washlets”, esses dispositivos modernos contam com controle de temperatura, pressão e até secagem com ar quente. Apesar da resistência cultural inicial, a tendência é de crescimento, com usuários relatando rápida adaptação e preferência pelo novo método.
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